domingo, 24 de maio de 2015

Taylor Swift arrasa e vence Nicki Minaj com clipe de 'Bad blood'

Taylor divaaa
O clipe de "Bad blood", nova música da cantora Taylor Swift, bateu o recorde da Nicki Minaj. O vídeo teve 20,1 milhões de views em 24 horas, somando os cliques nos sites Vevo.com, YouTube, Xbox e Roku (Sla).

Até o fim da tarde desta quinta-feira (21), o clipe já havia passado de 38,4 milhões de cliques. O vídeo foi postado na madrugada desta segunda-feira durante a cerimônia do Billboard Music Awards.
Em um dia, Nicki Minaj conseguiu 19,6 milhões de views com o vídeo de "Anaconda" e Miley Cyrus chegou a 19,3 milhões com "Wrecking Ball". Outras marcas que já foram recordistas são as de Shakira e Rihanna (17,1 milhões) e One Direction (12,5 e 12,3 milhões).

Outras divas participam
Taylor interpreta uma mulher fatal que tem como inimiga a cantora Selena Gomez. Ao longo de quatro minutos, celebridades aparecem caracterizadas de seus personagens, como Lena Dunham, Jessica Alba, Ellie Goulding, Hayley Williams, Karlie Kloss e Cara Delevingne, Taylor ganhou oito prêmios, incluindo o de artista do ano e melhor artista feminina.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Biografia da Selena Gomez

Selena Marie Gomez nasceu no dia 22 de Julho de 1992 em Dallas, Texas, mas cresceu Grand Prairie, Texas. Sua mãe, Mandy Teefey, uma antiga atriz de teatro, que teve Selena com apenas 16 anos, inspirou sua única filha a seguir a carreira do entretenimento.
O primeiro trabalho de Selena na TV foi em “Barney e Seus Amigos”, onde interpretava Gianna, uma das amigas do dinossauro roxo, que cantava e dançava. Foi nas audições para “Barney” que Selena conheceu sua melhor amiga, Demi Lovato, que também participava do programa.

Quando ela tinha apenas 10 anos, Selena participou de uma busca da Disney por novos talentos no país e não foi nenhuma surpresa que a Casa do Mickey Mouse se apaixonasse por ela instantaneamente. Em 2003, ela também fez uma participação em “Pequenos Espiões 3D: Game Over”, como a garota no parque aquático. Ela apareceu também em um episódio de “Zack e Cody: Gêmeos em ação” (“The Suite Life of Zack and Cody”), do Disney Channel, onde fazia o papel de Gwen, seguido por um papel na série “Hannah Montana”. Selena interpretava Makayla, uma popstar rival de Hannah Montana. Interpretando inimigas no programa, alguns fãs se questionaram se elas também são na vida real. Isso tudo por causa de um vídeo postado no Youtube da Miley Cyrus, onde parece que ela está “sacaneando” a Selena (e a Demi também). Selena achou o rumor engraçado e esclareceu, dizendo: “Eu achei a interpretação (da Miley) ótima. Está tudo bem entre nós”.
Suas memoráveis aparições no Disney Channel foram suficientes para o canal lhe oferecer o papel principal da jovem Alex Russo no sitcom “Os Feiticeiros de Waverly Place” (A música “Nem Tudo é o que Parece Ser”, na versão em inglês também é interpretada por Selena). Também foi dada a ela a oportunidade de crescer com a Disney, sendo cotada como uma das maiores estrelas do canal. Gomez gravou uma versão de “Cruella de Vil” do filme “101 Dálmatas” (1961) para o relançamento do DVD e para o álbum DisneyMania6 (2008). Gomez também apareceu no clipe da música “Burnin’ Up” dos Jonas Brothers, com o papel de namorada do Nick Jonas. A partir daí foi decadência.

Biografia da Taylor Swift

Taylor Alison Swift nasceu no dia 13 de dezembro de 1989 em Reading, Pensilvânia. É a filha mais velha do corretor da bolsa de valores Scott Swift e da dona de casa Andrea Swift, e foi criada ao lado do seu irmão mais novo, Austin Swift, em uma fazenda de cultivo de árvores de Natal na cidade interiorana de Reading, Pensilvânia.
Quando estava na quarta série, Taylor venceu um concurso nacional de poesia com um poema de três páginas chamado “Monster In My Closet” (Monstro em meu Closet). Já aos 10 anos, influenciada ao meio artístico por seus ídolos, como LeAnn Rimes, Shania Twain, Faith Hill e sua avó que era cantora de ópera, Taylor começou a se apresentar em shows de karaokê, festivais e feiras na cidade onde morava.
Nesta época Taylor afirma ter sofrido “bullying” na escola que frequentava porque as outras crianças não estavam acostumadas com o seu gosto pela música country e com o seu desejo de se tornar uma cantora profissional. Inclusive, em sua música “The Best Day” ela trata desse período difícil e comenta como o apoio de sua mãe ajudou a superar as dificuldades.
Com apenas 11 anos convenceu seus pais a fazerem uma viagem até Nashville, a capital da música country, após assistir em um documentário em que mostrava Faith Hill sendo descoberta na capital do Tennessee. Sua mãe parava o carro em frente às grandes gravadoras e uma pequena Taylor entregava um CD contendo algumas músicas demo gravadas em estúdio pedindo, ingenuamente, pare que ligassem para ela se estivessem interessados.
Taylor voltou para casa e, mesmo não recebendo resposta das gravadoras, não desistiu. Ela percebeu que precisava se diferenciar das inúmeras outras cantoras de country que lutavam por um contrato. Por isso, aos 12 anos aprendeu a tocar os primeiros acordes no violão com a ajuda de um rapaz que foi consertar seu computador. Sua primeira música se chamou “Lucky You” e foi escrita quando tinha 13 anos.
Após seus pais perceberem que ela não desistiria de realizar seu sonho, eles começaram a fazer visitas regularmente à Nashville, até que aos 14 anos de idade a família Swift mudou-se de vez para uma casa espaçosa próxima a um lago em Hendersonville, um dos subúrbios da capital da música country. Todos os dias depois da escola, Taylor ia ao centro da cidade e escrevia músicas com co-escritores locais pela Sony/VGA, seu primeiro emprego no mundo da música.


Quando tinha 15 anos, Taylor assinou um contrato de desenvolvimento e experiência com a famosa gravadora RCA com validade de um ano. Contudo, quando a gravadora resolveu prolongar seu contrato de desenvolvimento em vez de gravar suas composições, Taylor decidiu não continuar com a RCA e rompeu o contrato. Em 2005 Taylor teve a chance de se apresentar no ‘The Bluebird Café’, lugar tradicional em Nashville em que vários compositores costumam se apresentar todas as noites. Ela chamou a atenção de Scott Borchetta, que estava abrindo sua nova gravadora independente. Borchetta a convidou para ser sua primeira aposta na Big Machine Records permitindo que ela escrevesse suas próprias músicas, sendo esta a gravadora de Taylor até hoje.

Algumas Cenas de Friends DUBLADAS

Que horror.

Minha opinião de O Hobbit


Semana passada eu terminei de ler a aventura de Bilbo Bolseiro. E é realmente perceptível como é mais despretensiosa a história de toda a Aventura do hobbit com a companhia de anões de Thorin Escudo de Carvalho.

É muito legal ver a evolução do Bilbo, de covarde e preguiçoso a um pouco menos covarde e preguiçoso hehe... mas o Tolkien faz isso de forma tão sutil que dá pra ver que, no fim das contas, o hobbit é realmente grandioso e corajoso.

Gosto de como os valores de amizade e fidelidade são tratados no livro, com as raças interagindo entre si. O achado do anel é interessante e seu uso é uma trapaça da qual Bilbo se aproveita largamente.

Eu gostei muito do encontro com Smaug e da conversa, sempre por charadas. O livro também tem bastante música, e a adaptação na tradução é um tanto confusa, apesar de ser louvável... acho muito difícil traduzir poemas e músicas sem perder rimas ou sem deixar as coisas estranhas. Esse até consegue, mas eu sinto que fica um tanto forçado, sei lá. Mas respeito o trabalho do tradutor, já que não deve ser fácil traduzir um clássico como esse.

O livro todo gira em torno do Smaug, toda hora eles se lembram da Montanha e do dragão e achei o final dele muito indigno, até mesmo fraco... confesso que acho que o filme, nesse caso, fez melhor em dar mais destaque a ele... mas não concordo com tais deturpações, apesar de compreender o por que de elas existirem.

E agora entendo melhor sobre a crítica em cima da segunda parte de O Hobbit nas telonas: realmente teve muita invenção. E imagino eu que a terceira parte seja muito arrastada.

É incrível ver como tanta coisa acontece em tão poucas páginas. No fim do livro em alguma parte há uma espécie de resumo do que aconteceu o livro todo, em algumas narrações, e é de se espantar como uma obra onde tanta coisa acontece é tão leve assim.

Senti que o Tolkien nesse livro toma até umas licenças poéticas quanto à sua própria mitologia, ele parece reinventá-la em alguns momentos (eu não saberia dizer quais, no entanto), modificar um pouquinho, talvez para deixar mais leve, e não precisar dar muitas explicações.

Minha Opinião: Série divergente, Insurgente

Para quem não assistiu a Divergente (2014), esta sequência se inicia de modo didático e veloz, explicando que estamos em um cenário futurista, dividido em facções. Se você se enquadra em mais de um grupo, é considerado um divergente, e precisa ser eliminado por representar um perigo ao sistema. Ponto. O começo pode ser explicativo, mas tem o mérito de deixar para trás a longa contextualização do filme original, a fim de partir para algo mais importante: o combate de Tris (Shailene Woodley), símbolo da revolução, contra Jeanine (Kate Winslet), símbolo da tradição. Há menos personagens coadjuvantes, menos subtramas: o roteiro pressupõe que você já conhece o essencial, o que é uma vantagem desta segunda história.

A Série Divergente: Insurgente - FotoO que interessa ao diretor Robert Schwentke é transformar esta franquia em uma saga clássica de ação e ficção científica. Tris torna-se na heroína de ação por excelência, passando por todos os clichês do “escolhido” - a descoberta de si, a dúvida, a aceitação dos poderes, a percepção de sua responsabilidade social, a combinação da força física com a pureza de sentimentos. No plano físico, ela corta o cabelo curto, como nos filmes de guerra, maneja armas de fogo como qualquer homem ao seu redor e supera testes dificílimos de realidade virtual, como Neo em Matrix (aliás, esta parece ser a maior referência de Insurgente). As cenas de luta, como o momento dentro do trem, são impressionantes e funcionais para descrever a força física e mental da personagem. Tris assemelha-se a uma super-heroína - e os testes, neste sentido, nada mais fazem do que comprovar seus superpoderes.

Shailene Woodley continua sendo a principal responsável por tornar esta história verossímil e empolgante. A jovem atriz constrói uma evolução notável da personagem, transitando gradualmente entre a indignação e a ação, o amor e o ódio. Sem a sutileza de suas expressões, cenas como a de Tris enfrentando a si mesma poderiam parecer um tanto cômicas.Ansel Elgort e Miles Teller ganham contornos ambíguos, mais interessantes do que no filme anterior, mas a justificativa para suas mudanças de atitude é simples e rápida demais, comprometendo a coerência de seus personagens. Theo James, mais uma vez, constitui o elo fraco em meio ao bom elenco. Pelo menos o seu personagem torna-se mero ajudante da protagonista feminina, revertendo a lógica machista predominante nos filmes de ação.

A Série Divergente: Insurgente - FotoOctavia Spencer e Daniel Dae Kim se saem muito bem em suas cenas curtas, mas importantes para a trama. Já a escolha de Naomi Watts é questionável para o papel de uma líder rebelde dos sem facção. Devido à curta explicação sobre o seu passado, a talentosa atriz pouco consegue fazer para tornar a personagem mais complexa. Kate Winslet é tristemente subaproveitada: chega a ser uma afronta escolher uma atriz deste nível para um papel tão raso, limitado geograficamente a uma única sala, aos mesmos gestos. Winslet poderia facilmente transformar Jeanine em uma vilã malvadíssima e perversa, mas prefere mantê-la mais contida, humana, e talvez por isso mesmo um tanto monótona.

O que realmente prejudica A Série Divergente: Insurgente, no entanto, são os diálogos sofríveis e as passagens rápidas do roteiro. Os personagens comunicam-se apenas em falas úteis, explicativas: eles dizem uns aos outros o que fazer (“Corra”, “Fuja”, “Prove-me”), mas quase nunca expressam sentimentos ou reflexões, ficando presos à lógica funcional e linear dos filmes de ação. Não há momentos de respiro, cenas de reflexão nesta obra sisuda demais, desprovida de senso de humor. Por ser o segundo filme de uma franquia, que já não precisava mais estabelecer o seu universo, é uma pena que o roteiro não tente aprofundar a psicologia dos personagens para além dos traumas maternos de Tris e Quatro.

A Série Divergente: Insurgente - FotoPor isso mesmo, toda a atenção dos produtores parece ter sido voltada ao espetáculo dos efeitos especiais. Há uma quantidade ostensiva de CGI, com cenas de ação criadas digitalmente e projetadas sobre telas verdes. Os cenários das simulações são grandiosos, mas ao mesmo tempo pouco criativos - afinal, prédios suspensos, edifícios em ruínas e cabos ligados ao corpo dos personagens não são exatamente uma novidade no gênero. Apesar do aspecto convencional, esta sequência apresenta uma produção maior do que a de Divergente, com um visual mais apurado e uso inteligente do 3D, explorando a profundidade de campo e tornando as cenas de ação (como a invasão no topo do prédio) mais emocionantes. É uma pena que o 3D torne a imagem tão escura, e que as projeções de diversas salas de cinema sejam ruins a ponto de escurecerem ainda mais a imagem, transformando as legendas brancas em palavras acinzentadas, e fazendo os tons escuros se perderem em um único borrão preto. A fotografia de Florian Ballhaus pode ter seus méritos, mas eles são dificilmente percebidos em projeções tão fracas. (Por isso, pense bem na hora de escolher a sua sala de cinema…).

Pelo menos, A Série Divergente: Insurgente mantém a opção de privilegiar as mulheres em posições de comando. Tris não é recatada e passiva, como certas heroínas apaixonadas de outras adaptações de livros adolescentes. Ela toma a iniciativa, atirando, pulando, saltando, tendo desejo sexual e um furor guerreiro que vai além do simples ímpeto de fazer justiça. O roteiro também inclui, mesmo que rapidamente, uma discussão sobre o modo como minorias sociais são tratadas em sociedades pouco democráticas, sendo levadas a se sentir culpadas dos males sociais. Não se pode esquecer que o divergente é uma metáfora do cidadão diferente e minoritário (gordo, gay, negro, deficiente, esquisito, como preferir), transformado aqui em super-herói essencial para a manutenção do equilíbrio social.

(Atenção: possíveis spoilers abaixo!)
A conclusão, aliás, reforça em nível quase infantil a metáfora da inclusão de minorias. O desfecho deixa uma impressão meio amarga: apesar de concluir de maneira satisfatória a estrutura do filme - algo que nem todo segundo filme de franquia consegue realizar -, ele o faz de maneira abrupta e simplista, aplicando o deus ex machina por excelência: um novo personagem simplesmente aparece com uma mensagem edificante, ordenando que o conflito se resolva e a paz se instaure. É uma visão otimista, positiva em relação às diferenças, mas ao mesmo tempo muito fraca como ferramenta narrativa. Insurgente se conclui como um blockbuster da era Glee, que não se limita a mostrar as minorias ascendendo a posições de poder, mas insiste em verbalizá-lo com mensagens explícitas de cunho moral. Para o bem ou para o mal, o discurso consegue atingir seu interlocutor.

Biografia de Walt Disney

Walt Disney
Walt Disney foi o criador de Mickey Mouse e de muitos outros personagens de nossa infância. Fundador de uma moderna companhia de multimídia e parques temáticos, dentre estes a Disneylândia e a DisneyWorld, Walt Disney contribuiu significantemente para o campo do entretenimento, assim como para nossas fantasias de infância. Sua imaginação mudou o mundo para sempre.

Walt Disney nasceu no dia 5 de dezembro de 1901, em Chicago, nos Estados Unidos. Sua família era pobre e seu pai, Elias vivia mudando de estado, perseguindo novas ideais que ele acreditava que o tornariam rico, nunca sendo bem sucedido. Ele foi um pai agressivo e batia em seus cinco filhos, por isso Walt e os irmãos saíram de casa assim que tiveram a oportunidade. 
Walt Disney viveu parte de sua infância em uma fazenda, e posteriormente usou muito dos animais que via como personagens de suas animações.
Disneyland
Ainda criança, Disney já se interessava por desenho. Na adolescência ele cursou arte por correspondência e aos sábados ia ao museu. Aos 17 anos, durante a Primeira Guerra Mundial, Disney deixou a escola e alistou-se na Cruz Vermelha.

Em 1919, Disney voltou para a cidade de Kansas, onde vivia antes de ir à Guerra. Ele iniciou sua carreira como ilustrador de comerciais, e por volta de 1922, abriu, junto com um sócio, seu próprio escritório. Disney estava decidido a explorar uma nova área: a animação.

Seus primeiros anos de carreira foram difíceis. Disney vivia em um estúdio em condições precárias, e mal tinha dinheiro para comprar comida. Como se não bastasse, sua primeira criação comercialmente viável, Oswald the Lucky Rabbit (o Coelho Sortudo), foi roubada.
Em 1923, a vida de Disney começou a melhorar, quando ele mudou-se para Hollywood e se tornou sócio de seu irmão mais velho, Roy. Disney era responsável pela criação, enquanto Roy cuidava das finanças. Os dois começaram o negócio na garagem de um tio.

Em 13 de julho de 1925, Walt Disney casou-se com uma de suas funcionárias, Lillian Bounds. A cerimônia ocorreu em Idaho e o casal teve duas filhas, Diane e Sharon. Disney e Lillian viveram felizes durante seus 41 anos de casamento, que durou até a morte do desenhista em 1966. Ele era um homem de família, e suas filhas o descreviam como um pai carinhoso e sempre presente.

Mickey